PARIS

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PARIS CIDADE LUZ – O ETERNO ENCANTO

Os limites da cidade de Paris, atravessada de Este a Oeste pelo Rio Sena, esbatem-se no amplo vale que se estende a seus pés, onde algumas colinas como Montmartre, são os únicos acidentes geográficos a destacar. Apesar da sua dimensão, própria de uma grande metrópole, a capital francesa não perdeu o seu fascinio. Para além de ter produzido a REvolução que acabaria por mudar o curso da história mundial, Paris, foi também a inventora do turismo. A “cidade luz”, transformou a história, a Arquitectura, o Urbanismo e a Arte, nos grandes trunfos do seu eterno encanto. A catedral de Notre Dame, o Museu do Louvre, a Torre Eiffel, o Sacré-Coeur e os Campos Elísios são locais que concentram a atenção dos milhões de visitantes de uma cidade que exibe nas ruas e boulevards o seu proverbial fascinio e elegência.

PARIS A NÃO PERDER

TORRE EIFFEL

Esta espectacular estrutura de ferro a 320 m de altura é a imagem mais conhecida de Paris em todo o mundo. Construida pelo Engenheiro Gustave Eiffel por ocasião da Exposição Universal de 1889, foi a construção mais alta do mundo até os arranha-céus de Nova Iorque lhe arrebatarem o titulo. De qualquer um dos seus três andares é possivel contemplar maravilhosas vistas panorâmicas da “Cidade Luz”.
Dois anos, dois meses e cinco dias foi o tempo que os 250 operários trabalharam sob as ordens de Gustave Eiffel demoraram a juntar as peças de ferro forjado que compõem a Torre Eiffel. Erigida entre 1887 e 1889 por ocasião do Exposição Universal que comemorava o primeiro centanário da República Francesa, a torre converteu-se, desde então, no local mais visitado de Paris. Embora tenha sido considerada uma atentado ao bom gosto por escritores e artistas, com a mudança de século houve uma alteração na sua valorização estética.
A instalação de 20 mil lampâdas, que todas as noites se iluminam durante cinco minutos para assinalar as horas, deu um novo encanto, simultaneamente sugestivo e romântico, à Torre Eiffel, que parece uma filigrana dourada na noite parisiense.

Torre Eiffel

NOTRE-DAME DE PARIS

Símbolo distintivo de Paris antes de ser ultrapassada pela Torre Eiffel, a Catedral de Notre-Dame, na Ilê de la Cité, é o centro espiritual e geográfico da cidade de Paris. Construída entre 1163 e 1250, é um dos exemplos mais notáveis da arquitectura gótica e foi protagonista de alguns dos acontecimentos mais importantes da história de França. Saqueada durante a Revolução, foi entre 1841 e 1864 que o arquitecto Viollet-le-Duc se encarragou de dar a Notre-Dame o seu aspecto actual. Satisfeito com a sua obra, emprestou o seu rosto ao S. Tomás que aparece no capitel que coroa o cruzeiro. Do majestoso interior cabe destacar a beleza das rosáceas e a escultura da Virgem com o Menino, do Séc. XIV, que dá o nome à catedral.

Cathédrale Notre-Dame

ARCO DO TRIUNFO

O colossal Arco do Triunfo é outra das estampas mais populares da cidade de Paris e localiza-se no extremo ocidental dos Campos Elisios. Erigido por ordem de Napoleão, comemora, seguindo os usos e os costumes dos antigos arcos romanos, a Revolução Francesa e as vitórias militares napoleónicas. Do topo do monumento, que tem a seus pés o túmulo do Soldado Desconhecido, vislumbra-se uma soberba vista.

Arco do Triunfo

MONTMARTRE

A Basilica do Sacré-Coeur domina Montmartre, a colina mais alta de Paris é um dos locais de diversão predilectos dos seus habitantes. Nas suas ruas e praças de ar provinciano instalaram-se os pintores impressionistas e vanguardistas que lhe conferiram o seu carácter boémio, picaro e cosmopolita.

Montmartre Sacre Coeur

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MUSEU DO LOUVRE

Antes de se transformar no museu mais famoso do mundo, o Louvre foi fortaleza medieval e residência dos reis de França até 1682. Em 1564, Francisco I ordenou a construção de um palácio ao gosto renascentista sobre os alicerces do antigo castelo. Admirador da pintura italiana, o monarca deu ínicio à colecção real de arte com A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e A Bela Jardineira, de Rafael. Os soberanos que lhe seguiram ampliaram as dependências do palácio até a Revolução o transformar num museu. O Segundo Império deu ao Louvre o seu aspecto definitivo. A famosa pirâmide de vidro no Cour Napoléon, e que dá acesso ao museu, foi construida em 1989. As galerias do Louvre que ocupam uma superficie de 19 hectares, entesouram grandes colecções de antiguidades orientars, egipcias, gregas, etruscas e romanas, mas também de escultura francesa, italiana e nórdica, de pintura de França, Itália, Espanha e do norte da Europa do século XIII a 1848, de objectos de arte e uma colecção de arte islâmica.

Louvre

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